witchcraft - com qual deusa devo trabalhar?

Helloooo, little magickal ones! Faz tempo que não escrevo sobre witchcraft aqui no blog, mas não estou me afastando da magia, não-não. Acontece que eu tenho medo de dialogar demais sobre conceitos que eu já conheço bem e acabar não tendo energia suficiente para colocá-los em prática no dia-a-dia. Praticar witchcraft e ter esse momento de escuta é um negócio que demanda muita (muita!) energia e foco.

Buuuut hoje quero compartilhar algo com vocês <3 algo fascinante que aconteceu nos últimos dias. Se você aprecia ler sobre esse universo witchy, você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre deusas e arquétipos. Cada bruxa tem um olhar diferente quanto a deusas/arquétipos/energia ou como você preferir chamar. Como meu blog é pessoal, vou expor minha visão e minha experiência, e caso você tenha uma opinião diferente, tudo bem! Inclusive, seria bacana se você compartilhasse sua opinião aqui nos comentários - vou adora ler!

Faz 2 anos que eu pratico witchcraft (sou baby witch hehe), e recentemente venho sentindo uma atração por deusas que cresce cada vez mais. Eu mudei tanto nos últimos anos. Eu descobri onde se escondiam raízes medonhas do meu shadow self. Eu estou dando um tchauzinho de longe para uma parte de mim, uma parte que não ressoa mais com o momento que estou vivendo, com a pessoa que sou e com a pessoa que quero me tornar. E é por isso que estou sentindo essa necessidade magnética de aprender sobre deusas.

Mas com qual deusa devo trabalhar? Há tantas deusas e tantos panteões, e não é da noite para o dia que obtemos tal resposta. Eu estava um pouco perdida, então anotei em um carderno os atributos que eu queria desenvolver dentro de mim - acabei escrevendo uma lista enorme. Isso me deixou um tanto confusa, do tipo Foca, Amanda! Uma coisa de cada vez! É complicado trabalhar tudo isso ao mesmo tempo.

Foi então que eu decidi não tentar ter o controle de tudo. Em vez de encontrar um resposta sozinha, pedi uma ajudinha. Pedi algum sinal, sincronicidades, alguma mensagem que me fizesse entender a deusa que preciso trabalhar dentro de mim. Eis que tive um sonho lindo <3 Passei o dia pensando sobre esse sonho, e acabei escrevendo sobre ele em dois parágrafos:

Eu estava grávida. Eu estava muito feliz em estar grávida, mas não era uma criança humana que eu carregava em meu ventre. Em um instante, eu estava acariciando uma barriga enorme e firme; eu estava prestes a estourar e entregar ao mundo a vida que crescia dentro de mim. Em outro instante, eu estava segurando um coelho em meu colo, e ele ocupava o mesmo espaço onde antes se encontrava a barriga. Foi como uma daquelas fotomontagens que mamẽs fazem no Instagram com uma sequência de fotos da barriga mês após mês até o ponto em que a barriga some e há um bebê no colo.

Meu bebê era diferente. Era um bebê coelho, mas já era bem grandinho. Ele não era macho, nem fêmea. Seu pelinho era branco e rosa chá, abundante e macio como um tapetinho de Inverno, e eu podia sentir seu toque no meu peito, e também suas garras inquietas. Meu coelhinho queria saltitar serelepe. Meu coelhinho gordinho estava tão feliz em ser meu filho, e eu estava feliz em ser sua mamãe. Eu me senti completa por ter gerado vida - não necessariamente humana.

Coelho, vida, nascimento, fertilidade, uma energia borbulhante, bubbly, pétillante. Primavera. Uma brisa fresca e leve que volta a fluir pelos ares. Fogo que volta a se espalhar e aquece os corações daqueles que se mantêm abertos. Eostre? Afrodite? Vênus? Acho que tenho uma resposta :)

Vou contando para vocês ao longo do caminho :)

Comentários

  1. Eu ameiiiii!!! Eu estou no meio do caminho de encontrar a minha fé, nunca achei que sentiria essa necessidade, mas senti e comecei tentando aprender wicca, sozinha e com poucos recursos, mas com um pouquinho aqui e um pouquinho ali eu vou aprendendo mais e mais.
    Eu amo todos os posts que você fala sobre isso, juro!!!

    Beijosssss
    Carol Justo | Justo Eu?!

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